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O jeito certo de regar sua orquídea 4 partes

Orquídeas pertencem à maior família floral do mundo, com cerca de 35 mil espécies espalhadas em todos os continentes, exceto a Antártida. Somando-se os híbridos – cruzamentos naturais ou induzidos pelo homem —, o número passa fácil dos 100 mil e entra no universo das especulações.

São plantas resistentes a condições tão adversas quanto fogo, calor e estiagem, mas ainda sofrem uma série de preconceitos, especialmente o de serem “difíceis” e de “não gostar de água”. Curiosamente, são os países tropicais e úmidos que lideram o ranking de orquidáceas nativas: Colômbia, Equador e Nova Guiné ocupam os três primeiros lugares, tendo o Brasil em quarto, com 2500 espécies. Saiba o que levar em consideração ao regar:

1. Tipo de substrato
Terra e musgo retêm muito mais umidade do que brita, isopor e casca de pínus, por exemplo. Quanto maiores os pedacinhos que compõem o material, mais rápido a água passa por eles, deixando a orquídea seca em pouco tempo. Portanto, orquídeas terrestres podem ser regadas menos vezes na semana, mas as que estão com as raízes nuas ou crescendo sobre árvores precisam de água diariamente. Substratos mistos para orquídeas são encontrados em muitas composições, podendo ter pedacinhos de casca de coco, carvão, pínus, fibra de coco, isopor, semente de açaí, capulho de algodão...

 

PARTE 2   PARTE 3

 

crédito Carol Costa/Minhas Plantas

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