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Saiba mais sobre pH, tipos de solo e fotossíntese

A sigla pH significa teor de hidrogênio do solo.  O pH de um solo pode ser classificado como ácido ou alcalino. Quanto maior a acidez, menos sua fertilidade. Porém, os solos muito alcalinos também não são adequados ao bom desenvolvimentos das plantas. O pH é medido por uma escala numérica que vai de 1,0 a 14,0, tendo como ponto de equilíbrio representado pelo pH neutro = 7,0.

Para medir o pH de um solo podemos utilizar diversos tipos de peagâmetros. Para interpretar a leitura de um peagâmetro é preciso saber que quanto maior do que 7,0 o número indicativo do pH, mais alcalino é o solo. Quando menor do que 7,0 o número indicativo, mais ácido será o solo.

 

 

 

Para se corrigir o pH ácido de um solo, adiciona-se Calcário à terra, 30 dias antes do plantio. Para diminuir a alcalinidade de um solo, pode-se adicionar elementos como Sulfato de Amônio ou Salitre Potássico, obedecendo sempre a quantidade recomendada pelo resultado da análise de solo feita.

Uma maneira simples de que o leigo dispõe pra avaliar o pH de um solo é a identificação através da vegetação nativa predominante na área. Quando as vegetações começam a rarear e desaparecer, é indicio de que o pH da terra está corrigido.

A terra que compõe um solo é constituída basicamente de areia, argila e húmus. A variação de cada um desses elementos no solo determina o tipo de terra. São elas: Terra Argilosa (50% areia + 50% argila, húmus quase inexistente), Terra Arenosa (90% areia + 10% argila), Terra Humosa, Terra Neutra e Terra Vegetal.

 

 

(Terra Argilosa)  

(Terra Arenosa)  

(Terra Humosa)

 

Adubos são os elementos que servem para prover a alimentação das plantas. Os nutrientes adequados para as plantas são divididos em duas classes: Macro nutrientes – Nitrogênio, Fósforo, Potássio, Enxofre, Cálcio e Magnésio (consumidos em grande quantidade pelas plantas) e Micronutrientes – Boro, Ferro, Manganês, Zinco, Cobre, Molibdênio e Cloro (consumidos em quantidade reduzida pelas plantas).

Também são indispensáveis à vida das plantas os elementos biogênicos (Carbono, Oxigênio e Hidrogênio), que são retirados da água e do ar através da fotossíntese.

 

 

Os adubos são divididos em duas categorias: Orgânicos (quando originados por fonte animal ou vegetal) e inorgânicos (quando originados por minerais). Um dos melhores fertilizantes existentes na natureza é o húmus, que é formado pela decomposição da matéria orgânica submetida à ação de fungos e bactérias. Podemos destacar quatro vantagens da incorporação de húmus ao solo: 01- Aumento no solo, de 3 a 10 vezes na quantidade de fósforo aproveitável pelas plantas, além da reposição de potássio e magnésio. 02- Aumento da quantidade de micro-organismos benéficos e minhocas. 03– Torna o solo mais agregado e portanto com maior resistência a ação das chuvas e dos ventos, protegendo-o da erosão. 04- Favorece uma retenção de maior índice de água no solo, mesmo no período de mais seca.

A adubação das plantas deverá ser feita sempre equilibradamente, dosando a aplicação com a necessidade do tipo de solo. Lembrando sempre que os excessos podem ter efeitos altamente prejudiciais, podendo até mesmo causar a morte de uma planta pela queima de suas raízes.

 

Escrito por: Valter Vieira Scarpelim

 

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